Evangelismo (3)
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    A grande descomissão por: Stephen C. Perks R$22,90

    A visão contemporânea dominante da fé cristã como uma fé subjetiva, particular e devocional tem levado à ruína da Grande Comissão, i.e., ao descomissionamento das nações como nações cristãs. Esse entendimento moderno da fé contrasta de modo gritante com o conceito da fé apresentado na Escritura e aceito como ortodoxo pelas gerações anteriores. Até pouco tempo a igreja proclamava, e os cristãos acreditavam, que a fé cristã era uma verdade pública; a verdade pública era a religião. Contudo, muitos cristãos hoje negam que o cristianismo seja uma religião. E deve-se reconhecer que, para essas pessoas, o cristianismo não é uma religião. Trata-se apenas de um hobby de adoração. Mas ao negar que o cristianismo seja uma religião os cristãos involuntariamente lhe negam o status de verdade pública, com consequências horrendas para a vida da nação. A Bíblia não apresenta a fé em termos de um hobby de adoração pessoal, mas sim como uma religião que sobrepuja e transforma o mundo. O propósito da fé cristã não é apenas transformar a vida pessoal do crente e torná-lo mais santo. Ela objetiva glorificar a Deus mediante a transformação do mundo, ao colocá-lo sob a disciplina de Jesus Cristo e de sua Palavra. A fé cristã é uma fé política, social e pessoal; sua missão não termina no indivíduo, mas no mundo todo, que deve ser conduzido em sujeição à vontade do Senhor Jesus Cristo. A fim de ganhar o mundo para Cristo, devemos tomar a Grande Comissão a sério: trata-se da comissão de trazer as nações da terra sob a disciplina de Jesus Cristo — não só por meio da pregação do evangelho da salvação pessoal mediante a fé em Cristo, mas também mediante o batismo das nações e do ensino da lei de Deus.

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    Sal da terra em terras dos brasis por: Wadislau Martins Gomes R$67,90

    Deus é o centro de tudo… Ele é o centro da evangelização, e não o evangelista nem o evangelizado. Como em tudo mais, é fácil escorregar para o humanismo e agir centrado em pontos periféricos. Na maioria das vezes, queremos falar aos homens a respeito de Deus e de sua redenção, mas acabamos falando de nós mesmos e de suprimento para as necessidades imediatas daquele a quem queremos evangelizar.